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Loteamento:
escolha certa do terreno garante qualidade de vida
Eu quero uma casa no campo... Ou mesmo na cidade, mas com segurança. Essa busca
por qualidade de vida faz com que moradores das grandes cidades invistam cada
vez mais na compra de terrenos para construir a casa própria. A possibilidade
de executar um projeto personalizado – que reúna as necessidades de espaço
da família a itens importantes como área verde, lazer e proteção – é o
diferencial que garante a procura por loteamentos fechados na capital e,
principalmente, em cidades próximas.
Morar num desses empreendimentos é sinônimo de estar em áreas planejadas que
podem aliar a tranqüilidade do campo à infra-estrutura da cidade. É cada vez
maior o número de lançamentos que oferecem clubes, hípicas, campos de golfe,
represas, restaurantes, entre outros itens que favorecem uma maior integração
social. Com finalidade de moradia ou lazer, a compra do terreno também funciona
como investimento em um bem durável, com grandes chances de valorização.
A confusão entre os conceitos de loteamento fechado e condomínio fechado é
muito comum no mercado. O planejamento de ambos colabora para o surgimento de
novos bairros, mas cada um deles preserva suas características específicas. Os
loteamentos fechados são regulados pela Lei Federal n.º 6.766 e os condomínios
são regidos pela Lei Federal 4.591. Loteamento é considerado um bairro, com área
verde, ruas, equipamentos urbanos, no qual as pessoas compram uma área,
denominada lote, para construir um imóvel.
No condomínio, o indivíduo adquire uma fração ideal do terreno e também a
casa – a ser construída ou já pronta – tornando-se um co-proprietário e
com domínio também sobre as áreas comuns. Nesse caso, serviços públicos
como correio, gás, coleta de lixo e outros vão apenas até a portaria do
empreendimento e o condomínio se incumbe da distribuição interna. Já no
loteamento, os serviços públicos entram nas vias e vão até cada casa, mesmo
tendo acesso restrito.
O presidente da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano
do Estado de São Paulo (Aelo), Sérgio Guimarães Pereira, observa que
atualmente ocorre um fortalecimento do conceito de comunidade, por meio da
responsabilidade conjunta sobre as áreas comuns do loteamento. “Os
empreendedores concebem ‘bairros’ e incentivam a criação de uma associação
de moradores para administrar os espaços comuns e promover melhorias”, diz
Pereira.
Fonte:
www.planetaimovel.com
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