Verticalização avançada na Marginal Pinheiros
O crescimento do
mercado de escritórios de São Paulo transformou o perfil da
Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros) e desenhou um
novo sky line para a cidade. Especialistas do setor, ao
analisar as regiões Berrini e Verbo Divino, que caminham para
a integração física, já apontam para a formação da maior
concentração de edifícios de primeira linha da
Capital.
Com a saturação
progressiva das regiões ao longo da Marginal Pinheiros -
Itaim, Vila Olímpia e Berrini - os espaços que se abrem entre
o Viaduto Morumbi e a Região Verbo Divino passam a despertar o
interesse imediato dos grandes incorporadores, promovendo um
processo de verticalização.
Histórico da
Região
Com a migração do
mercado de escritórios em direção à Zona Sul da Capital, tem
se intensificado, por parte de incorporadores, a busca por
terrenos bem localizados, com boas dimensões e topografia
adequada ao desenvolvimento de novos projetos.
As regiões Berrini e
Verbo Divino se desenvolveram devido à iniciativa de
empresários que desejavam ter seus escritórios a pequena
distância de suas moradias. Enquanto a região da Berrini deve
seu crescimento, por exemplo, a moradores dos Jardins e
adjacências, a Verbo Divino foi desenvolvida pela demanda de
executivos europeus, habitantes dos bairros de Chácara Flora e
Granja Julieta.
De 1995 para cá a
Berrini foi a região que mais se desenvolveu na cidade,
atingindo hoje a posição de terceiro maior pólo de escritórios
de São Paulo (perde somente para o Centro e a Paulista,
regiões consolidadas há muito mais tempo), e primeira colocada
em empreendimentos de alto padrão.
Verifica-se
que a Berrini ainda conta com um estoque superior a
350.000 m² de terrenos potencialmente incorporáveis. Analisada a nova região,
delimitada pelo perímetro definido pelas avenidas das
Nações Unidas, Roque Petroni Júnior e Santo Amaro,
e pelas ruas Antônio das Chagas, Antônio José
Borges e Américo Brasiliense, estima-se que
ainda existam cerca de 1,4 milhão de metros
quadrados de terrenos passíveis de verticalização na
área adjacente à
região.
Estimamos que o
espaço delimitado por essas vias conta com uma área superior a
1,8 milhão de metros quadrados, dos quais 52% estão
classificados como Zona 6 (Z-6); 44%, como Zona 2 (Z-2); e
apenas 4%, como Zona 3 (Z-3).
Fonte: Bolsa de Imóveis de São Paulo
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